segunda-feira, 2 de junho de 2008

Os dez mandamentos do envelhecimento saudável

1. Praticar actividades físicas regularmente

2. Manter uma dieta rica em frutas e legumes

3. Evitar hábitos nocivos, como o tabagismo e o álcool

4. Procurar dormir bem

5. Evitar o stress, principalmente no trabalho

6. Fazer uma actividade que dê prazer

7. Exercitar a memória, através de leituras, filmes, entre outras coisas que mantenham a mente em acção

8. Manter relações afectivas (família, amigos)

9. Desenvolver espiritualidade, pois ajuda a lidar melhor com os sentimentos e emoções

10. Manter o bom humor.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Pobreza tira anos de vida

A classe e os níveis de stress associados ao estatuto social influenciam o ritmo do envelhecimento, independentemente da saúde, dieta e maus hábitos, segundo um estudo hoje divulgado pela imprensa britânica e citado pela Lusa. Ao estudarem 1.552 irmãs gémeas britânicas, com idades entre 18 e 75 anos, os investigadores constataram que um nível socioeconómico mais baixo, tanto devido ao trabalho como ao estatuto social do cônjuge, acrescenta sete anos à idade biológica da mulher.

Segundo o estudo, publicado na revista "Aging Cell" e hoje citado pelo diário "The Guardian", pertencer a estratos sociais mais baixos aumenta a insegurança, sobretudo no trabalho, e baixa a auto- estima. Isso faz subir os níveis de stress, o que por sua vez pode aumentar os danos a nível celular e acelerar o processo natural de envelhecimento, dizem os cientistas.


A descoberta poderá explicar grandes diferenças nos índices de mortalidade entre as diferentes classes sociais, os quais não podem ser atribuídos apenas a diferenças nos estilos de vida. "A classe social não só afecta a saúde e as doenças relacionadas com a idade, como parece ter um impacto no próprio envelhecimento", disse o chefe da equipa de investigadores, o professor Tim Spector, do Hospital de Saint Thomas, de Londres.


Neste trabalho, os investigadores classificaram primeiro as mulheres em cinco grupos socio-económicos e analisaram depois os seus cromossomas, tendo concluído que havia uma maior deterioração celular nas que tinham nível de vida mais baixo.


O estudo é o mais recente produzido pela Unidade de Investigação e Epidemiologia Genética de Gémeos, dirigida por Spector. "Não penso que alguma vez cheguemos a uma utopia social em que todos sejam iguais e tenham os mesmos níveis de stress, mas há uma questão por enfrentar no bem-estar psicológico dos mais pobres da sociedade. Quanto mais as pessoas controlarem as suas vidas, melhor", concluiu o cientista.





Menos calorias, mais vida!

Uma redução de cerca de 25% do consumo diário de calorias durante seis meses tem efeitos positivos em vários indicadores bioquímicos e celulares do envelhecimento nos seres humanos, indica um estudo hoje divulgado nos Estados Unidos. A investigação, publicada pelo Journal of the American Medical Association (JAMA) e citada pela Lusa, "estabelece as bases para futuros estudos que visem determinar os efeitos a longo prazo da restrição de calorias nos humanos e saber se essa abordagem permite prolongar realmente a duração da vida", comentou John Holloszy, professor de Medicina na Universidade de Washington.

Todavia, tendo em conta os resultados do estudo, e de outros feitos anteriormente com animais, "torna-se evidente que uma redução duradoura do número de calorias consumidas age sobre certos indicadores bioquímicos ligados ao envelhecimento", acrescentou num comunicado.

Nesta última investigação, realizada por uma equipa do Centro Biomédico de Pennington em Baton Rouge (Louisiana), homens e mulheres sedentários com idades entre 25 e 50 anos submetidos a uma redução de calorias de 25% apresentaram, seis meses depois, níveis de insulina mais baixos em jejum e temperatura do corpo mais baixa, em comparação com outros grupos testemunha.

Além disso, o ADN desses indivíduos revelou menos danos por oxidação, considerados um indicador de envelhecimento celular. "A redução destes indicadores bioquímicos da longevidade através da restrição de calorias apoia a teoria segundo a qual uma restrição do consumo de calorias retarda o metabolismo para além do nível correspondente a uma simples redução da massa corporal", sublinham os investigadores.

"São agora necessários estudos de maior duração para determinar se esta dieta atenua efectivamente o processo de envelhecimento nos humanos", acrescentam. Num editorial que acompanha o estudo, Luigi Fontana, da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado de Washington, assinala que pessoas com excesso de peso têm muitas vezes níveis de inflamação crónica mais elevados do que indivíduos mais magros.

Parece lógico que a perda de peso aumente em princípio a duração média de vida por reduzir os riscos de doenças associadas ao envelhecimento, como a diabetes e a aterosclerose. Numerosas experiências de restrição prolongada de calorias feitas há mais de dez anos em ratos e ratinhos de laboratório mostraram que a sua esperança máxima de vida aumentou 30%. Todos estes estudos indicaram também que estes animais ficaram protegidos do cancro e da arterosclerose.

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John Holloszy

Para além dos limites: aumentando a longevidade

Há uns anos atrás, os cientistas acreditavam que o envelhecimento era, para alem da deterioração, o resultado do desenvolvimento programado codificado pelos nossos genes. Pensava-se que quando um indivíduo alcançava a maturidade os “genes do envelhecimento” iniciavam a sua actividade levando, em ultima instancia, a morte. Esta ideia caiu em descrédito, pensando-se hoje que o envelhecimento e apenas o resultado do “uso” e desgaste ao longo do tempo, uma vez que os mecanismos de manutenção e reparação do organismo perdem actividade e deixam de funcionar. Segundo a lógica da evolução e selecção natural, não faz muito sentido que o organismo mantenha esses mecanismos a funcionar depois de passar a idade reprodutora.


Vários investigadores, dedicados ao estudo de uma família de genes envolvidos em respostas de stress (como as altas temperaturas ou escassez de alimentos ou agua), descobriram que eles mantêm as suas actividades intactas independentemente da idade. Se conseguirmos manter estes genes activos durante o tempo suficiente, estes genes podem assim melhorar a saúde e prolongar a esperança de vida. Estes genes seriam assim os “genes da longevidade”.
Alguns genes descobertos recentemente afectam a resistência ao stress e a longevidade em animais de laboratório, sugerindo que possam ser parte de um mecanismo fundamental para sobreviver a condições adversas. Mas há outros tipos de genes envolvidos, como o gene chamado SIR2, que podemos encontrar em todos os organismos estudados ate hoje, desde os mais simples, como as leveduras, ate ao mais complexo, o homem. Copias extra deste gene aumentam a longevidade em vários organismos estudados em laboratório. E importante perceber se este gene tem efeitos semelhantes em organismos mais evoluídos, como em mamíferos.

O gene SIR2 foi dos primeiros genes da longevidade a ser descoberto, e por isso e o melhor caracterizado. Este gene foi descoberto em leveduras, quando os investigadores tentavam perceber os factores que causavam o envelhecimento dessas células. SIR2 foi descoberto como um gene capaz de atrasar esse processo. Como as leveduras não apresentam as tradicionais “rugas” que todos nos tentamos evitar, a forma de estudar o envelhecimento destas células consiste em contar quantas vezes as células mãe se dividem para produzir “filhas” antes de morrerem. A esperança media de vida de uma célula de levedura são 20 divisões.

Num processo chamado “screening”, para identificar células com maior longevidade, e assim caracterizar os genes responsáveis, uma mutação num gene levava a que a proteína Sir2 se acumulasse em regiões altamente repetitivas do genoma das leveduras. Nessa região do genoma existem mais de 100 cópias do chamado rDNA, que contem os genes que codificam para as “fábricas de proteínas” das células, os ribosomas. Esta região muito repetitiva torna-se muito instável, sendo muito difícil mantê-la sem que sofra alterações, porque e mais susceptível de recombinar consigo própria. Este tipo de eventos, recombinação de regiões repetitivas, pode levar a varias doenças no homem, incluindo a doença de Huntington, ou alguns tipos de cancro. Assim, tornou-se aparente que o envelhecimento em leveduras estaria associado com instabilidade no DNA, e que proteínas Sir poderiam atenuar essa instabilidade. Os investigadores descobriram depois que o que acontecia com esse rDNA era que, depois de algumas divisões, as células “cuspiam” algumas cópias extra desse rDNA sob uma forma circular. Estes círculos de rDNA são depois copiados, juntamente com o DNA genomico das células mãe, que não os passam as células filha, mantendo-os. As células chegam depois a um ponto em que gastam muita energia só para copiarem esses círculos de rDNA, comprometendo outros processos onde essa energia deveria ser gasta. Introduzindo uma copia extra do gene SIR2, a formação desses círculos de rDNA pode ser suprimida, e a longevidade das células aumentada em 30%.

Outras descobertas mostraram depois que copias extra desse mesmo gene, SIR2, tinham efeitos semelhantes noutros organismos de laboratório mais complexos. Estes genes estão envolvidos no silenciamento genético, ao promoverem uma maior compactação do DNA que torna os genes menos acessíveis, e inactivos. SIR significa, em inglês, silent information regulator.

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Tiago Outeiro

Doentes podem ter artérias até 40 anos mais velhas

As pessoas com doenças cardíacas em estado avançado têm artérias que biologicamente podem superar até 40 anos a idade do paciente, segundo um estudo da Fundação do Coração Britânica (BHF) divulgado hoje em Londres. A investigação foi realizada por cientistas da Universidade de Cambridge, que analisaram tecidos de doentes cardíacos submetidos a uma operação cirúrgica, com o objectivo de estudar como envelhecem as células arteriais.


Os especialistas detectaram nessas pessoas telómeros - zonas nos extremos dos cromossomas - que haviam sofrido danos, um sinal biológico do envelhecimento do ADN nas células dos vasos sanguíneos afectados pela doença. Os investigadores observaram também que as células arteriais dos tecidos dos pacientes se dividiam treze vezes mais rápido do que o normal, envelhecendo de uma maneira prematura.


Segundo Martin Bennett, professor de ciências cardiovasculares da BHF e um dos responsáveis pelo estudo, nas primeiras fases das doenças cardíacas, as artérias deverão ser entre cinco e quinze anos mais velhas do que a idade do paciente. "Se uma pessoa sofrer de uma doença cardíaca ligeira e limitar os factores de risco deixando de fumar, controlando a hipertensão e a diabetes e tomando fármacos para reduzir o colesterol, atrasará o processo de envelhecimento" das células, disse.

"Mas se não fizer nada, as células podem alcançar uma idade avançada extrema de forma muito prematura e, uma vez que isso aconteça, o processo não se pode reverter", advertiu. O director médico da BHF, Peter Weissberg, acrescentou que o estudo "abre um novo campo de investigação dirigido à prevenção de ataques cardíacos".

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Martin Bennett



4 de Novembro 2008: doença de Alzheimer «faz» 102 anos!

No dia 4 de Novembro de 2008 celebra-se o centésimo segundo aniversário da primeira descrição pública – feita por Alois Alzheimer (nascido a 14 de Junho de 1864 na Alemanha) - de alguém com uma doença peculiar do córtex cerebral. A paciente foi Auguste D., que sofreu de demência durante os últimos anos da sua vida. No seu cérebro, Alzheimer encontrou dois tipos de depósitos proteicos: uns chamados “placas”, que são extracelulares, e outros depósitos intracelulares, chamados “tangles”. Estas são as principais características da enfermidade actualmente conhecida como doença de Alzheimer. Esta data tem, por este motivo, um significado muito importante e está a ser celebrada de uma forma especial um pouco por todo o mundo.



Auguste D., a mulher a quem foi diagnosticada pela primeira vez a doença.





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Descoberto um gene chave da longevidade

Investigadores norte-americanos descobriram um gene chave que explica o efeito favorável da restrição alimentar numa maior longevidade em animais, segundo um estudo hoje publicado pela revista científica britânica Nature. Neste trabalho, os investigadores usaram um pequeno verme de laboratório (C.elegans) para tentar saber por que razão animais submetidos a restrições calóricas vivem mais tempo e em melhor forma do que congéneres sobrealimentados. O "gene-chave" identificado, o PHA-4, é indispensável para que a restrição alimentar actue sobre a longevidade", segundo estes cientistas do Salk Institute de San Diego, Califórnia.

"Dar ao animal 70% do que come espontaneamente aumenta a sua longevidade em 20 a 30%", afirmou Hugo Aguilaniu, do Laboratóriod e Biologia Molecular da Célula, Lyon, co-autor do estudo. Conhecem-se duas vias importantes da longevidade: a restrição alimentar e a via da insulina, cuja manipulação permitiu duplicar a vida de ratinhos, embora ao preço de nanismo e de dificuldades de reprodução.

Segundo este investigador, o facto de o verme ter vivido mais tempo quando submetido a uma dieta restrita, mas equilibrada, permite concluir que "a restrição provoca um envelhecimento harmonioso e dinâmico".

Se o gene for bloqueado, a restrição fica sem efeito. Pelo contrário, se for estimulado, com uma dieta normal, o verme vive mais tempo. Juntar a restrição alimentar à activação do gene aumenta ainda mais a sua longevidade - afirmou.


Para o geneticista norte-americano Gary Ruvkun, da Universidade de Harvard, o estudo poderá abrir novas pistas de investigação sobre o envelhecimento humano por se tratar de um gene com homólogos noutras espécies, sendo que o PHA-4 corresponde a três genes tanto no homem como no ratinho.

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Hugo Aguilaniu, co-autor do estudo

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Actividades com idosos

No passado dia 1 de Março realizamos uma actividade de dança com os idosos.
Estes tiveram não só a oportunidade de assistir a uma exibição de Dança de Salão, realizada pela Academia de Dança do Entroncamento, com tambem de participar nela, dançando no final com os dançarinos.

Os idosos gostaram muito e divertiram-se.

O grupo fez bolos e ofereceu uma fatia a cada idoso no lanche após a exibição.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Consequências do consumo excessivo de sal

  • Aumento do risco do aparecimento de determinados tipos de cancro
  • Aumento do risco de aparecimento de hipertensão arterial
  • Risco aumentado de doenças cardiovasculares.
  • Sobrecarga do funcionamento renal
  • Maior retenção de líquidos pelo organismo, o que implica aumento do peso e contribui para o aparecimento de celulite.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Ida ao lar Fernando Eiró do Entroncamento

Ainda este mês, estamos a planear realizar actividades de entretenimento, no lar Fernando Eiró, com os idosos com o principal objectivo de lhes proporcionar tardes de diversão de modo a sairem um pouco da sua rotina.
Depois publicaremos o resultados das actividades. : D



COMENTEM !!!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Benefícios da prática regular de Exercício Físico

  • redução do risco de doenças, como obesidade, diabetes, cancro e doenças cardiovasculares;
  • melhora a saúde dos músculos e dos ossos, pois, ajuda a retardar a perda de massa óssea na velhice(osteoporose) e a evitar problemas articulares.
  • ajuda a melhorar a auto-estima e o estado de espírito, combater o stress, porque reduz a ansiedade e regula o sono, facilita os processos de de aprendizagem e memória.

Consequências do consumo excessivo de gorduras

  • aumentam o valor energético total consumido diariamente, consequentemente aumentam os depósitos de gordura corporais, elevando o risco do aparecimento de excesso de peso e obesidade
  • aumentam o risco de aparecimento de diversas doenças como: doenças cérebro e cardiovasculares, hipertensão arterial, arteriosclerose, colesterol sanguíneo elevado, determinados tipos de cancro (cólon, mama, próstata, entre outros), etc
  • dificultam o processo digestivo, originando indisposições e enfartamentos;
  • desregulam o funcionamento da vesícula biliar (especialmente quando são gorduras sobreaquecidas), uma vez que é necessária uma quantidade muito superior de secrecções biliares;
  • alteram o funcionamento da flora intestinal e as reacções por elas mediadas, irritação a parede do cólon, aumentando a exposição deste a agentes potencialmente carcinogénios e favorecendo o aparecimento de lesões estruturais;
  • quando sobreaquecidas, decompõem-se, dando origem á formação de substâncias tóxicas e cancerígenas altamente prejudiciais á saúde.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Para prevenir :

  • Cancro

As pessoas que fazem dietas ricas em legumes, hortaliças e frutos têm um menor risco de desenvolver diversos tipos de cancro.

Não existe um único fruto ou hortícola específico para reduzir o risco de cancr, o que os estudos mais recentes mostram é que o que leva à diminuição do risco de aparecimento de cancro é o consumo regular de grande variedade de hortofrutícolas.

  • Doenças Cardiovasculares

Os estudos mostram que, de um modo geral, as pessoas que consomem com regularidade frutos, legumes e hortaliças , têm menores níveis de colestrol sanguíneo, que é um dos principais factores de risco para o aparecimento de doença cardíaca. Se associarmos ao abundante e variado consumo de hortofrutícolas, um plano alimentar com um baixo teor de gordura saturada, sal e açúcar, o risco de vir a sofrer enfartes , doença isquémica do coração, ou de outros problemas relacionaddos com os sistemas cardíacos e circulatórios significamente diminuído.

  • Diabetes

A evidência científica cresce no sentido de indicar o adequado consumo de frutos e hortícolas como factores de protecção para o desenvolvimento da diabetes do tipo 2. Principalmente se integrado no contexto de actividade física e num plano alimentar saudável, o consumo abundante e variados frutos, hortaliças e legumes desmpenham um papel de prirmodial importância na prevenção deste tipo de diabetes.

Refeições equilibradas

Comece o seu almoço e o seu jantar com uma sopa de legumes variados , tais como:

  • ERVILHAS
  • FAVAS
  • LENTILHAS
  • CENOURAS
  • CEBOLA
  • ABÓBORA
  • NABO
  • TOMATE
  • FEIJÃO
  • GRÃO
  • ALFACE
  • AGRIÕES
  • COUVES
  • GRELOS
  • ESPINAFRES
  • NABIÇAS
  • COENTROS
  • FEIJÃO VERDE
  • ESPARGOS
  • ALHO FRANCÊS

Coma igualmente estes legumes em saladas e cozidos temperados com azeite, como acompanhamento dos pratos principais.

Prefira a fruta como sobremesa.

Coma fruta ao pequeno almoço e inclua-a nas suas merendas:

  • LARANJA
  • TANGERINA
  • MORANGOS
  • KIWIS
  • FIGOS
  • MAÇÃ
  • PÊSSEGO
  • BANANA
  • ANANÁS
  • MELÃO
  • MELANCIA
  • PÊRA
  • UVAS
  • CEREJAS
  • AMEIXAS

A chave para a saúde

  • Coma fruta ou beba sumo de fruta ao pequeno almoço.
  • Coma alguma fruta/legumes crús no intervalo das refeições.
  • Se tem por hábito comer uma sanduísche à hora do almoço, acrescente-lhe salada ou legumes crús.
  • Use fruta fresca como sobremesa para toda a família.
  • Os legumes próprios da estação são mais baratos e frescos; não se esqueça dos legumes secos, incluindo as ervilhas , as favas, os feijões e o grão.
  • Tempere os legumes com ervas, especiarias ou sumo de limão e use pouco sal.
  • Os legumes congelados são também muito úteis ao longo do ano.
  • Experimente misturas de sumos de legumes e frutos.
  • Lembre-se de que as folhas verdes mais exteriores da alface são mais ricas em vitaminas do que as folhas do interior.
  • Para ter outra fonte de fibras , prefira os alimentos feitos com cereais integrais ou com farinhas de cereais integrais de todos os tipos.
  • Se mantiver uma alimentação equilibrada, não precisa de suplementos de vitaminas nem minerais.